Por Redação com Viva Bem/Uol
“No dia em que ele pegou um copo e tomou água sozinho, eu chorei de alegria”. A frase é da dona de casa Carla Penha da Silva, 39, mãe de João Pedro, de 1 ano e 11 meses.
O menino nasceu com os ombros virados para baixo e os cotovelos virados para cima, uma condição decorrente da artrogripose múltipla congênita, doença rara que impedia o bebê de movimentar os braços e mãos.
Carla só descobriu a doença do menino, o caçula de três filhos, no momento do parto. Suas articulações eram enrijecidas e encurtadas.
“Após o parto, quando o efeito da anestesia passou e eu fui para o quarto e vi meu bebê, foi que a ficha começou a cair. Chorei muito, mas ali mesmo já decidi que iria lutar pelo meu filho, para que ele pudesse ter uma vida normal”, diz Carla Penha da Silva.
Devido à doença, o bebê não teve alta após o nascimento e, aos seis dias de vida, foi encaminhado ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) para começar o tratamento.