Por Redação
A suspensão do pagamento de horas extras aos técnicos forenses do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió levou a categoria a recusar a execução de atividades essenciais, como dissecação e coleta de amostras biológicas, o que pode prejudicar investigações criminais.
A promotora Karla Padilha, do Ministério Público de Alagoas, recomendou a retomada imediata das funções, alertando que a omissão pode gerar responsabilização administrativa e até penal.
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado, não há mais justificativa legal para o pagamento das horas extras após a regularização do quadro de pessoal da Polícia Científica. A promotora reconhece o direito dos técnicos de buscar medidas legais, desde que não comprometam a continuidade dos serviços essenciais.