Por Redação
A prisão em flagrante do empresário Diogo José Andrade Romão, em novembro de 2025, transportando R$ 270 mil em espécie dentro da Secretaria de Finanças de Murici, deu origem à Operação Delivery, deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU). As investigações apontam suspeitas de corrupção, com suposto pagamento de propina, favorecimento em licitações e uso de informações privilegiadas em contratos públicos.
Segundo a PF, o empresário mantinha mais de R$ 30 milhões em contratos com a Prefeitura de Murici, principalmente para construção e reforma de escolas e quadras esportivas com recursos federais.
A investigação também apura o envolvimento de servidores municipais na solicitação de vantagens indevidas e no favorecimento de empresas durante a execução das obras.


