
Por Redação com informações da Agência Tatu
Na zona rural de Santana do Mundaú, a 100 km de Maceió, moradores enfrentam dificuldades com a conta de energia. Erika Henrique da Silva pagou R$100,74 em março, dos quais R$40,33 foram destinados à Contribuição de Iluminação Pública (CIP) – cerca de 40% da fatura.
A Equatorial, distribuidora de energia, informou que o valor da CIP é repassado mensalmente à prefeitura, que deve usar os recursos para custear a iluminação pública, manutenção e expansão do serviço.
No entanto, moradores como Erika questionam os critérios da cobrança, já que o valor é igual ao da zona urbana, onde o serviço é mais presente. “A gente paga por algo que nem recebe direito”, diz.
Embora divulguem ações nas redes sociais, as prefeituras não atualizam os Portais da Transparência com os valores arrecadados e gastos com iluminação. A Agência Tatu esclarece como a taxa é definida e mostra diferenças de cobrança entre capital e interior.


