Redação com Revista Crescer
A administradora Larah Danielly Oliveira, 36 anos, de Anápolis, Goiás, usava o DIU (dispositivo intrauterino) quando descobriu que estava grávida do terceiro filho. “Coloquei em 2020, após o parto do meu segundo filho.
Fiz um ultrassom após 45 dias e estava bem posicionado. Depois de 6 meses, refiz o exame e estava no local. No entanto, quando completou onze meses, descobri a gravidez de 8 semanas”, lembra.
No entanto, no primeiro ultrassom após a descoberta da gravidez, Larah conta que que “o DIU não estava lá”. Mas isso, na época, não foi motivo de preocupação. “A gravidez foi tranquila. Fiz todos os exames. Foram mais de oito ultrassonografias e, em nenhuma delas, apareceu o DIU”, conta. “Tive o bebê por parto normal e, na época, o DIU não foi localizado. Então, os médicos disseram que, provavelmente, eu havia expelido”, conta. “Então, eu acreditei que realmente tinha expelido sem ver”, conta.
O ginecologista Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista, médico associado à FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), explica que DIU é um termo usado para o dispositivo intrauterino. “Existem diferentes tipos de DIU. O mais simples e antigo é o de cobre — é um dispositivo de barreira, que impede o contato do espermatozoide com o óvulo. O cobre, em contato com secreções do útero, produz uma substância que ajuda a eliminar o espermatozoide, aumentando sua eficácia”, diz.
