Por Redação
A Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco atua em Alagoas para avaliar a qualidade da água que abastece comunidades e escolas, identificando falhas e cobrando soluções rápidas.
Segundo o técnico Lúcio Flavio, a maioria das amostras é própria para consumo, mas os casos de contaminação exigem providências imediatas, sobretudo em escolas.
Doenças transmitidas pela água, como diarreia, hepatite A e cólera, ainda representam risco, especialmente no semiárido alagoano. Os dados coletados são enviados ao SISAGUA, que orienta políticas públicas de saneamento.