Por Redação
A Câmara Municipal de Rio Largo solicitou ao Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) a suspensão da liminar que reconduziu Carlos Gonçalves e Peterson Henrique aos cargos de prefeito e vice. O pedido inclui uma perícia técnica para verificar se as assinaturas na suposta carta de renúncia são falsas.
A decisão judicial, assinada pelo juiz Guilherme Bubolz Bohm, apontou indícios de falsidade ideológica e classificou a destituição como uma “manobra” para empossar o presidente da Câmara, Rogério da Silva. Já o Legislativo defende que apenas uma perícia pode comprovar a autenticidade dos documentos e que a liminar interfere na autonomia da Casa.
O impasse jurídico segue, enquanto a crise política se agrava no município.