Por Redação
Familiares do major Pedro Silva contestaram a versão de que ele estaria em surto psicótico ao cometer o sequestro e os assassinatos no bairro do Prado, em Maceió, no último sábado (7). Segundo o sobrinho do major, Arrison Luan Galvão, o histórico de violência era antigo e recorrente. “O histórico de agressão, de bater na esposa, tem desde sempre”, afirmou.
Pedro Silva, de 58 anos, matou o filho de 10 anos, Pierre Victor, e o ex-cunhado, sargento Galvão, de 61, além de manter familiares reféns antes de ser morto em confronto com a Polícia Militar. O major havia fugido do presídio militar onde cumpria pena administrativa por violência doméstica.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da fuga. Dias antes do crime, Pedro gravou um vídeo negando as acusações e tentando justificar a agressão à ex-companheira como acidental.