Por Redação
O Presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, onde o ex-presidente Fernando Collor está detido, acumula denúncias de tortura e más condições.
Um relatório de 2022 apontou superlotação — mais de 1.500 presos para uma capacidade de 773 — e problemas como infiltrações, falta de higiene e violência contra detentos.
Apesar de ex-presidente, Collor está em uma cela comum voltada a presos com curso superior e ex-agentes públicos. No mesmo presídio, também estão o advogado João Neto e o influenciador Kel Ferreti, presos por casos de grande repercussão.