Por Redação com Ascom MPAL
Por um crime cruel qualificado por motivo torpe, sem chances de defesa para a vítima, agravado com feminicídio, a sentença dada ao réu Evanderson Seixas dos Santos, acusado de assassinar a ex-companheira Elizabete Nascimento de Araújo, no bairro do Jacintinho, em Maceió, foi de 24 anos e seis meses de prisão. No entanto, o Ministério Público de Alagoas (MPAL), entrará, nesta quarta-feira,8, com embargos declaratórios para que o juiz reveja a dosimetria da pena.
A sustentação precisa do Ministério Público de Alagoas, bem representado pelo promotor de Justiça Antônio Villas Boas, não deixou quaisquer dúvidas para o conselho de sentença da autoria, da frieza e da barbárie cometida pelo agora condenado. Porém, mesmo com todas as qualificadoras acatadas pelos jurados, há o entendimento da acusação de que a sentença deva ser revista para mais tempo de punição.
“Houve a condenação, o conselho de sentença concordou com a acusação e acolheu nosso pedido, obviamente se entende que, em tese, a justiça foi feita, porém, entrarei com recurso para que o juiz possa fazer uma reavaliação dando uma nova definição de sentença”, ressalta o promotor Villas Boas.