Por Redação com Sputnik Brasil
Em postagens nas redes sociais, aliados do presidente Lula apontam baixo número de adesão ao ato em São Paulo. Estimativas variam de acordo com cada instituto, girando em torno de 45 mil a 59,9 mil apoiadores presentes.
Integrantes da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vêm classficando, nas redes sociais, o ato realizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo (6) na Avenida Paulista, em São Paulo, como um “fracasso”.
O líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, o deputado federal José Guimarães (PT-CE), chamou o ato de “fracassado”, e disse que “toda a estrutura do Tarcísio não garantiu público”, em referência ao governador de São Paulo e aliado de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Os governadores que lá foram estão solidários com quem tentou destruir a democracia. Não se está discutindo o tamanho das penas dos condenados – o fato é se os generais e Bolsonaro vão ou não pra cadeia. Não pode só os magrinhos pagarem por esses crimes”, escreveu o deputado.
Crítica similar fez o líder do PT na Câmara, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que afirmou que que havia pouca gente no ato, “apesar da quantidade de ônibus e da estrutura financiada pelo Tarcísio”. Ele também citou a pesquisa Quaest divulgada neste domingo, que apontou que 56% dos brasileiros são contra a anistia aos presos pelo 8 de Janeiro.
“Foram muitas mentiras e só uma verdade: 56% são contra a anistia; 67% não querem que Bolsonaro seja candidato; Lula vence em todos os cenários e o ex-presidente é o político mais rejeitado do país”, esceveu.