Por Redação
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Trapiche da Barra, em Maceió, denunciou a existência de um esquema criminoso de emissão e venda de atestados médicos falsos por meio de grupos no WhatsApp.
Segundo a direção da unidade, os golpistas utilizavam indevidamente o nome de uma médica, além do endereço da UPA e o registro profissional dela para produzir documentos fraudulentos comercializados via Pix.
A direção informou que já acionou os órgãos competentes para investigação e destacou que tanto a produção quanto o uso desses atestados configuram crimes previstos no Código Penal. A UPA reforçou ainda que possui protocolos para verificar a autenticidade dos documentos emitidos.
