Por Redação com Folhapress
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta sexta-feira (28) que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, a mulher que pichou a estátua “A Justiça” nos ataques de 8 de janeiro de 2023 seja transferida para prisão domiciliar.
Segundo Gonet, a mudança é razoável diante do pedido de vista (mais tempo para análise do processo) do ministro Luiz Fux no julgamento que pode condenar Débora.
“Não obstante a permanência dos elementos autorizadores da custódia cautelar, o encerramento da instrução processual e a suspensão do julgamento do feito, com imprevisão quanto à prolação de acórdão definitivo […] recomendam a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar”, diz Gonet.
O PGR diz que a medida é válida “ao menos até a conclusão do julgamento do feito, em observância aos princípios da proteção à maternidade e à infância e do melhor interesse do menor”.
A manifestação de Gonet foi feita em resposta a um pedido da defesa de Débora protocolado no STF (Supremo Tribunal Federal) na segunda-feira (24).