Defesa de Collor afirma que desligamento da tornozeleira eletrônica foi “incidente involuntário”

28/10/2025 08:47

Por Redação

A defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello afirmou ao STF que o desligamento de sua tornozeleira eletrônica, que ficou cerca de 36 horas sem funcionar entre 2 e 3 de maio, foi um “incidente involuntário”. O episódio ocorreu logo após o início de sua prisão domiciliar, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes devido a questões de saúde.

Os advogados ressaltaram que não houve intenção de descumprir as medidas cautelares, e atribuem o problema a informações equivocadas repassadas à equipe de monitoramento. Collor cumpre prisão domiciliar desde 1º de maio, após ter sido condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

O STF estabeleceu condições como uso obrigatório da tornozeleira, proibição de visitas não autorizadas, suspensão do passaporte e envio de relatórios semanais, cujo descumprimento pode levar ao retorno ao regime fechado.

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