Por Redação com Sputnik Brasil
Edson Fachin assume a presidência do STF com foco em reduzir tensões políticas e reforçar a atuação institucional da corte. Defensor da autocontenção do Judiciário, ele quer evitar protagonismo político, ampliar o diálogo entre ministros e promover inclusão sem abrir mão da legalidade democrática.
Prestes a assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29), o ministro Edson Fachin deve buscar o distensionamento das relações políticas em torno da corte e reduzir os questionamentos sobre sua atuação, argumentando que o STF deve se manter fiel à razão jurídica, sem se tornar protagonista da polarização política.
Ao completar dez anos no tribunal, Fachin reafirmou sua máxima: “Ao direito o que é do direito, à política o que é da política”. Segundo a Folha de S. Paulo, ele já havia usado essa expressão em ocasiões anteriores, como na solenidade de 8 de janeiro de 2025, quando representou o então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e defendeu o papel da corte na proteção da democracia sem protagonismo político.


